O "Sermão de Santo António aos Peixes" foi uma das formas encontradas pelo seu autor para
Chamar a atenção para a situação dos índios, denunciada pelo Padre António Vieira em várias situações e documentos.
Criticar os índios.
Chamar a atenção para a situação dos colonos, denunciada pelo Padre António Vieira em várias situações e documentos.
Chamar a atenção dos portugueses para a situação em que se encontrava a Igreja.
Num sermão, o Exórdio é
A utilização de um desfecho forte para impressionar o auditório.
O desenvolvimento de ideias.
A exposição do plano a desenvolver e das ideias a defender.
A finalização do discurso, em que se retoma o tema principal e se exorta os ouvintes.
Num sermão, a Peroração é
A utilização de um desfecho forte para impressionar o auditório.
O início do discurso, em que se apresenta o tema principal e se exorta os ouvintes.
A exposição do plano a desenvolver e das ideias a defender.
A argumentação utilizada.
A frase bíblica que serviu de base ao Sermão foi
Et pluribus unum.
Dominus vobiscum.
Cogito, ergo sum.
Vos estis sal terrae.
As duas propriedades do sal são
Criar e preservar.
Criar e destruir.
Destruir e salgar.
Preservar e evitar a corrupção.
Todo o "Sermão de Santo António aos Peixes" é uma alegoria porque
Os peixes são o contrário dos homens.
Os peixes revelam comportamentos que em nada os dignificam.
Os peixes são metáforas dos homens.
Os peixes nem se dignam ouvir o que lhes diz o pregador.
A quem pretende o orador referir-se quando utiliza a figura do polvo?
Aos frades e a outros religiosos.
Aos índios do Brasil.
Aos colonos portugueses.
A Santo António.
Quem era Simão Mago?
Um dos apóstolos de Cristo.
Um santo que vivera no tempo de Cristo.
Um dos doutores da Igreja.
Um mágico que pretendia ser capaz de voar.
As três primeiras espécies de peixes referidas no sermão são
A rémora, o torpedo e o quatro-olhos.
O xareo, os roncadores e os pegadores.
A rémora, o peixe Tobias e o torpedo.
Os roncadores, os pegadores e os voadores.
Quando afirma “O peixe não resiste à isca”, o orador pretende
Criticar a vaidade dos homens, mesmo naquelas paragens.
Incitar os portugueses e os índios a pescarem lado a lado.
Fazer com que os índios abandonem a antropofagia.
Realçar as qualidades dos peixes, como alimento «sagrado».
O "Sermão de Santo António aos Peixes" foi pronunciado em
Roma, quando o Padre António Vieira ali se deslocou, à corte papal.
Lisboa, quando o orador foi mandado regressar à metrópole.
S. Miguel, nos Açores, quando o religioso ali foi desembarcado pelos holandeses.
S. Luís do Maranhão, no Brasil, antes de uma viagem a Portugal.
Através dos «pegadores» Padre António Vieira pretende referir-se aos
Que não vêem o que lhes vem nas costas.
Exploradores, que sugam o sangue dos nativos.
Parasitas que passam a vida a viver às custas dos outros.
Vingativos que apenas têm uma ideia fixa.
O «conceito predicável» é introduzido
Na Peroração.
Na Confirmação.
Na Exposição.
No Exórdio.
Na frase do sermão “Cuidas que só os Tapuis se comem uns aos outros? Muito maior açougue é o de cá, muito mais se comem os Brancos”, o verbo comer constitui uma
Polissemia.
Antítese.
Metonímia.
Prosopopeia.
Na frase do sermão “traçou a traição às escuras, mas executou-a muito às claras”, que figura de estilo podemos encontrar?
Polissemia.
Antítese.
Metonímia.
Prosopopeia.
Na frase do sermão “que se há-de fazer a este sal, e que se há-de fazer a esta terra?”, podemos encontrar uma
Interrogação retórica.
Exclamação retórica.
Gradação crescente.
Enumeração.
Na frase do sermão “Vê, peixe aleivoso e vil, qual é a tua maldade”, que recurso de estilo podemos encontrar?
Uma anáfora.
Uma anadiplose.
Uma comparação.
Uma apóstrofe.
Todo o sermão constitui uma
Paráfrase.
Prosopopeia.
Alegoria.
Anástrofe.
O "Sermão de Santo António aos Peixes" constitui uma sátira social, visto que o seu principal objectivo é